Oferta relâmpago promete Apple premium por preço abaixo da loja — mas com riscos
Receita Federal — O novo edital de leilão em Belém lista 35 lotes com produtos Apple, incluindo 17 unidades do topo de linha iPhone 17 Pro Max por lances a partir de R$ 22,8 mil, bem menos que o valor cobrado nas prateleiras nacionais.
- Em resumo: quem vencer o pregão pode pagar até 60% menos em iPhones, mas leva itens sem garantia oficial e, em alguns casos, recondicionados.
Como funciona o leilão e por que o preço chama atenção
Os lances podem ser enviados no Sistema de Leilões Eletrônicos da Receita entre 22/6 e 6/7. O pregão on-line ocorre em 7/7, exigindo CPF/CNPJ e certificado digital. Para efeito de comparação, o iPhone 15 Pro Max parte de R$ 10.999 na Apple Store brasileira; já o lote 120 entrega dez unidades de 256 GB e sete de 512 GB pelo valor mínimo de R$ 22,8 mil — cerca de R$ 1,3 mil por aparelho, diferença que costuma atrair caçadores de oferta, como destaca a Apple Newsroom nos preços oficiais.
Lote 120: “10× iPhone 17 Pro Max de 256 GB + 7× iPhone 17 Pro Max de 512 GB — lance mínimo R$ 22.800.” (Edital 0200100/000001/2026)
Vale a pena apostar? Riscos e benefícios para o comprador brasileiro
Apesar do valor agressivo, os produtos podem chegar sem caixa, acessórios ou qualquer cobertura de garantia AppleCare. Além disso, eventuais custos de transporte, regularização e upgrades de bateria ficam por conta do arrematante. Ainda assim, revendedores enxergam margem de lucro, já que um iPhone recondicionado da geração 13 Pro Max costuma ultrapassar R$ 4 mil no mercado de usados.
Posso participar como pessoa física?
Sim, desde que o lote não esteja restrito a CNPJ e você possua certificado digital válido.
Os iPhones arrematados têm garantia Apple?
Não. A Receita não oferece garantia, e a Apple só atende aparelhos com nota fiscal emitida por revenda autorizada no país.
E você? Arriscaria um lance nesse leilão para turbinar o setup mobile? Para não perder outras oportunidades, acompanhe nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Receita Federal