Confissão de Eiji Aonuma a Miyamoto mostra como a série quase ficou sem rumo
The Legend of Zelda — Em entrevista recuperada recentemente, o produtor Eiji Aonuma admitiu a Shigeru Miyamoto, ainda nos anos 2000, que havia “zerado” suas ideias para a franquia. A revelação explica as mudanças radicais que culminaram em Breath of the Wild e, agora, em Tears of the Kingdom.
- Em resumo: crise criativa interna há 20 anos forçou Zelda a se reinventar e pavimentou o caminho para o mundo aberto que conhecemos hoje.
Revelação de bastidores reacende debate sobre a evolução de Zelda
O relato, divulgado primeiro pela IGN americana, aponta que Aonuma se sentia limitado pelo tradicional formato “masmorra-item-chefão” que marcou a série por décadas.
“Cheguei ao ponto de dizer ao Miyamoto-san que não tinha mais nada novo para oferecer. Ele respondeu apenas: ‘Então encontre um novo caminho’”, lembrou o produtor.
Da estagnação ao mundo aberto: impacto direto para o jogador
A resposta de Miyamoto levou a equipe a experimentar mecânicas pouco ortodoxas, primeiro em Wind Waker (2002) e, mais tarde, no salto ousado de Breath of the Wild (2017), que virou referência de mundo aberto até para estúdios ocidentais. Segundo dados do Nintendo News, a estratégia rendeu à franquia mais de 30 milhões de cópias vendidas apenas nos dois títulos mais recentes — resultado direto da reinvenção forçada pela antiga crise.
Por que Aonuma achou que Zelda não tinha mais futuro?
Ele acreditava que o ciclo de dungeons lineares havia se esgotado e precisava de um conceito fresco.
O que isso significa para o próximo jogo da série?
O sucesso da inovação garante que futuros títulos continuem apostando em sistemas abertos e liberdade total ao jogador.
E você? Já imaginou Zelda sem o mundo aberto que tanto gostamos? Para não perder nenhuma virada de bastidor, acompanhe nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Nintendo