Gigantes da autonomia querem redefinir quanto tempo você fica longe da tomada
Cubot KingKong 9, Realme, Honor e Xiaomi lideram a investida dos celulares com bateria de 10.000 mAh que devem dominar vitrines globais até 2026, prometendo maratonas de jogos e streaming sem a ansiedade da porcentagem vermelha.
- Em resumo: até 6 dias de uso moderado e 2 h de YouTube sem quase cair a carga, segundo testes iniciais.
Por que agora? A corrida dos 10.000 mAh ganha tração
Depois de anos apostando apenas em carregamento rápido, fabricantes asiáticas percebem que muitos gamers e criadores móveis preferem simplesmente não depender de tomadas. Modelos como o KingKong 9 (10.600 mAh) e o Realme P4 Power (10.001 mAh) elevam o sarrafo enquanto mantêm design cada vez menos “tijolão”. Segundo GSMArena, a densidade energética desses packs melhorou cerca de 18% desde 2022, permitindo telas finas com mais de 6,7 pol.
“Nos primeiros testes de stress, após 2 horas de reprodução contínua no YouTube, a queda de carga foi inferior a 5%”, indicam dados preliminares de laboratório divulgados pelas marcas.
Impacto para o consumidor brasileiro: preço, disponibilidade e voos
No varejo online, o único já à venda por aqui é o Cubot KingKong 9, entre R$ 1.800 e R$ 2.400. Realme Narzo Power e P4 Power chegam primeiro à Índia; a expectativa de importadores é de valores a partir de R$ 1.900 quando desembarcarem oficialmente no segundo semestre de 2025. Honor Power2, Honor X80 e Redmi Note 17 Pro Max devem pintar só via marketplace até que acordos de homologação com a Anatel avancem.
Quando esses modelos devem chegar ao Brasil?
Cubot já vende; Realme e Honor negociam homologação para 2025/26.
Vale a pena importar agora?
Se a autonomia extrema é prioridade, sim, mas considere garantia e eventuais taxas.
E você? Aguenta esperar ou já pensa em importar um “tanque” desses? Para mais novidades do mundo mobile, acompanhe nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Cubot, Realme, Honor, Xiaomi