O conselho pode redefinir como devs e gamers negociam remuneração em entrevistas
Bill Gates — Em conversa recente que viralizou nas redes, o cofundador da Microsoft foi direto: quando o recrutador pedir sua pretensão salarial, mude o foco para o valor que você entrega ao negócio e confie na faixa justa da empresa.
- Em resumo: Gates recomenda sair do “quanto quero ganhar” e colocar o holofote em “quanto posso contribuir”, deixando a remuneração atrelada ao mercado e às políticas internas.
Por que tirar o número da equação ajuda na negociação
Ao aconselhar candidatos a enfatizar impacto sobre cifras, Gates reforça uma prática defendida por especialistas em carreira: demonstrar domínio técnico, fit cultural e potencial de resultado pode abrir margem para pacotes mais competitivos, bônus e participação nos lucros. Segundo a Forbes, empresas de tecnologia valorizam profissionais que enxergam o todo do projeto, não apenas o contracheque.
“O recrutador quer saber se você entende como gerar valor; o salário vem naturalmente quando isso fica claro”, resume o bilionário.
Impacto para devs, creators e profissionais da indústria gamer no Brasil
No mercado nacional, onde engenheiros de software recebem entre R$ 6 mil e R$ 18 mil segundo dados da Revelo, levar a conversa para desempenho pode ser decisivo. Estúdios indie e publishers que atuam em real costumam trabalhar com faixas salariais internas; ao alinhar expectativas de contribuição, o candidato evita tanto pedir abaixo da média quanto se precificar fora do orçamento — dois erros comuns.
Qual a resposta sugerida por Bill Gates?
Apresente seu valor para a vaga e diga confiar que a empresa pagará o salário compatível com mercado e experiência.
Funciona em processos seletivos brasileiros?
Sim, principalmente em tech, onde faixas salariais são claras e performance pesa mais que tempo de casa.
E você? Já tentou desviar a pergunta e focar em impacto durante entrevistas? Conte nos comentários e, para mais tendências de carreira no universo tech, acompanhe nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Bill & Melinda Gates Foundation